sábado, outubro 31, 2009

Livro da Continental na Feira

Lucio Haeser me informa que o seu excelente livro "Continental, a Rádio Rebelde de Roberto Marinho", pode ser encontrado na Feira do Livro no estande da Câmara Catarinense do Livro. Isso porque a editora Isolar é de Santa Catarina. Clicando aqui vocês podem ler sobre o lançamento do livro em 29 de novembro de 2007, com fotos e tudo. Foi sucesso absoluto. Pena que não ficou pronto a tempo de pegar a Feira do Livro daquele ano. Além de um texto muito bem pesquisado sobre a história da rádio, o livro inclui um CD obrigatório para quem se interessa pela música de Porto Alegre dos anos 70 (sobre as faixas, leiam aqui). Por fim, se não encontrarem na Feira, não se acanhem: ele ainda pode ser encomendado da Livraria Cultura clicando aqui.

Livros a mancheia

Ontem inaugurou a Feira do Livro em Porto Alegre. Neste feriadão estou com meu filho, então só vou aparecer por lá na semana que vem. Se bem que, desde que a Internet entrou na minha vida, "Feira do Livro" pra mim é praticamente o ano todo na Amazon (americana ou inglesa), Abebooks e Estante Virtual. Lembro de dois finais de ano seguidos, acho que 1997 e 1998, em que ganhei copos térmicos de brinde da Amazon americana, de tanto que gastei lá. Como eu já disse aqui diversas vezes, as compras via Internet me libertaram dos atravessadores desinformados, a turma do "podemos encomendar/não tinha em São Paulo". Agora eu acho o livro que quiser, onde estiver, e ele vem diretamente para mim. Ainda assim, a Feira do Livro não perdeu seu encanto, com as barracas lado a lado oferecendo títulos que eu nem sabia que existiam. Sempre acabo descobrindo alguma coisa para comprar. Muitas coisas, geralmente.

Com a facilidade de conseguir livros, nunca mais li obras traduzidas quando o original é em inglês. É uma forma de manter as baterias do idioma devidamente carregadas, ainda mais considerando que não tenho praticado conversação. Mas se o livro é em português, é óbvio que leio no idioma pátrio. Vai daí que, há alguns meses, comecei a ler a autobiografia de Pelé. Quem tem vivência de dois idiomas logo percebe se um texto é tradução. Não por falha do tradutor, necessariamente, mas porque nunca uma tradução sai perfeita e natural, por melhor que seja. À medida que fui ganhando fluência, comecei a identificar até mesmo os cacoetes tradutórios dos gibis que eu lia na infância. Eram comuns frases do tipo "tudo está bem quando acaba bem" (que vim a saber ser o título de uma peça de Shakespeare, "All's Well That Ends Well") e "se não se pode com eles, junte-se a eles" ("if you can't beat them, join them").

Pois bem: não foi preciso terminar o primeiro capítulo para notar que o livro de Pelé foi escrito originalmente em inglês. O texto é assinado por Orlando Duarte e Alex Bellos, que devem ter trabalhado de forma sinérgica, mas o ponto de partida foi a língua inglesa. Outro indício é o agradecimento de Pelé à editora britânica Simon & Schuster na introdução. Uma vez constatado esse fato, não tive dúvidas: encomendei a edição em inglês. E é essa que estou lendo. Mas mantenho o livro em português por perto, para eventuais consultas. Não com o objetivo de glosar a tradução, que já verifiquei ser ótima, mas para aprender mais sobre expressões do futebol nos dois idiomas.

Demorou, mas terminei de ler o livro "An American Band, The America Story", de Dan Peek. É a história do grupo America contada pelo ex-integrante que saiu em 1977 para dedicar-se ao Cristianismo. Seus discos da carreira solo são todos de cunho religioso. Apesar de alguns desentendimentos, ele aparentemente mantém um bom relacionamento com seus ex-colegas Gerry Beckley, a quem define como um egocêntrico, e Dewey Bunnel, com quem parecia se acertar melhor. Ele conta muitas histórias curiosas. Por exemplo: nos anos 70 ele recebeu Rod Stewart e sua então esposa Britt Ekland em sua casa e mostrou ao cantor sua nova composição "Today's The Day", que entraria no álbum "Hideaway", do America, em 1976. Rod disse que a música lhe deu uma ideia. Pouco depois, o ex-vocalista dos Faces estourou com "Tonight's The Night".

Não esperei a Feira do Livro para acrescentar à minha biblioteca dois itens obrigatórios: "Nem Vem Que Não Tem – A Vida e o Veneno de Wilson Simonal", de Ricardo Alexandre, e "Minha Fama de Mau", de Erasmo Carlos. A autobiografia do Tremendão provavelmente vai ser minha próxima leitura. Como já disse uma vez aqui no Blog, a verdadeira lei de incentivo à cultura seria aquela que desse aposentadoria antecipada às pessoas que gostam de ler.

quarta-feira, outubro 28, 2009

Divulgação de Kleiton e Kledir

Kleiton e Kledir estão com umas imagens de divulgação muito legais. Esta é uma delas. Sei que sou considerado suspeito para dizer isto, pois sou fã da dupla deste o tempo dos Almôndegas, mas "Autorretrato" é um trabalho excelente. São 13 faixas gostosas de se ouvirem de ponta a ponta, com muita energia positiva. Nem sempre a dupla acertou, na minha opinião. Não sou exatamente fã do disco de 1983 (com "Nem Pensar") ou de "Clássicos do Sul". Mas desta vez foi na mosca. Podia ser sempre assim. É muito fácil: deixem os dois gravarem o que quiserem, sem compromisso com modismos ou regravações. E assim teremos muitos outros CDs tão bons quanto "Autorretrato". Ah, sim, tem também o DVD, que é divertidíssimo. Em suma, um ótimo momento para estes verdadeiros embaixadores da música riograndense.

Gravação misteriosa

Há alguns anos, quando meu irmão João Carlos (Cau) ainda era vivo, mostrei para ele uma fita cassete que ele tinha gravado na casa do cunhado lá pelos idos de 1971. Era uma seleção de vários discos, onde inclusive ouvi pela primeira vez "Imagine", de John Lennon. Mas, no caso, a música que eu toquei para ele era outra. Uma canção meio country, interpretada por uma voz feminina que parecia familiar. Naquele tempo não existia Internet para a gente pesquisar no Google por um trecho da letra. Então perguntei a ele se lembrava que composição era e quem cantava. Ele não sabia.

Tempos depois, folheando uma de minhas "enciclopédias de rock", por acaso, encontrei a música citada: era "The Night They Drove Old Dixie Down". Identifiquei pelo refrão, em que o título é cantado com ênfase. Embora seja original de The Band, foi sucesso com Joan Baez. Mas quando ouvi a gravação da cantora americana em um CD, percebi que a versão não era a mesma que eu conhecia. Concluí que Joan havia gravado a música duas vezes. Isso inclusive me foi confirmado por colecionadores. Mesmo assim, conferi o single original do Vanguard no YouTube e continuei não reconhecendo a gravação da minha fita. Afinal, que versão seria aquela?

Hoje me dediquei a pesquisar com calma todas os lançamentos já feitos de "The Night They Drove Old Dixie Down" no site AllMusic. E matei a charada. A gravação da minha velha fita é a mesma deste disco aqui:


"Top of The Pops" era uma série inglesa dos anos 70 que reunia sucessos diversos do momento em gravações de intérpretes desconhecidos. Mas as covers eram feitas no capricho, com muito profissionalismo. Elton John chegou a participar desses LPs como anônimo, em começo de carreira. Eu teria curiosidade de saber quem canta o sucesso de Joan Baez nesse disco, pois tem ótima voz. Confirmei que a versão que eu conhecia é mesmo desse LP ouvindo o trecho que está disponível no site da Amazon. Esse é um caso raro em que eu gosto mais do xerox do que do original. Em especial, os vocais do refrão estão mais vibrantes. Quem serão os cantores?

Que eu saiba, a série "Top of The Pops" não saiu no Brasil. Mas os fonogramas podem ter sido licenciados para lançamento com outro título. E foi de um desses discos que meu irmão gravou a música lá nos idos de 1971. Se a anônima que imitou o estilo de Joan Baez não se lançou como cantora com identidade própria, foi um desperdício. Meu próximo passo será descobrir quem é ela.

Uma curiosidade: aqui no Brasil, meu xará Emílio Santiago também participou de diversos LPs de covers pela CID no começo dos anos 70. O nome dele não é creditado, como era de costume em coletâneas desse tipo, mas a voz é inconfundível. Uma de suas interpretações foi, por exemplo, "You've Got a Friend".

terça-feira, outubro 27, 2009

O Kindle

No período de mais ou menos um ano em que fui usuário do Trensurb, aproveitava o trajeto de ida e volta a São Leopoldo para ler. Geralmente eu conseguia lugar para sentar desde o começo, então eram 40 minutos na boa companhia de um livro. O trem era minha sala de leitura. No início eu ficava constrangido de ler em inglês, com receio de que imaginassem que eu queria me exibir. Mas depois perdi o constrangimento. Só uma vez chamei a atenção de um grupo de jovens que ficou bem intrigado. Talvez tenham imaginado que eu fosse estrangeiro. De resto, cheguei a ver outros passageiros também lendo nesse idioma. Mas uma jovem se superou: no trajeto para Porto Alegre, ela segurava tranquilamente um "e-book". Uma geringonça prateada retangular, com tela LCD, onde o texto em inglês ia passando.

Pois agora já está disponível no Brasil, com todo o marketing a que tem direito, um dos mais populares e-books do mundo: o Kindle, vendido pela Amazon. Uma vez de posse do aparelho, é possível comprar livros em meio digital, os quais são transmitidos diretamente ao hardware via 3-G. A principal vantagem é poder transportar até 1.500 livros sem ocupar espaço. Para uma viagem é bastante útil, sem dúvida. E se servir para estimular a leitura, já é bem-vindo. Mas duvido que os verdadeiros amantes dos livros se entusiasmem com a novidade.

Por mais estranho que pareça, quem gosta de ler sente amor pelos livros em si, não apenas pelo texto. O volume que eles ocupam não é visto como um problema. Pelo contrário: eles preenchem um vazio. Eu já me acostumei a morar sozinho, embora não descarte a hipótese de casar de novo, mas fico feliz de ser recebido por meus livros sempre que chego em casa. Por mais que já estejam superlotando as duas peças do meu pequeno apartamento, eles ainda enchem os olhos. Em todos os sentidos. Como disse um amigo, é uma "relação epidérmica". É bom tocar num livro, pegá-lo na mão, folheá-lo. Sem contar o belo trabalho gráfico das edições mais luxuosas, por enquanto impossível de ser reproduzido em e-book.

Mas mesmo que eu quisesse aderir ao Kindle, no meu caso, não haveria muitas opções. Eu compro livros às pencas, mas de gêneros bem específicos: biografias de meus ídolos da música, livros-reportagem, livros sobre rádio, televisão, cinema, jornalismo, história do Brasil recente e não-ficção em geral. Também gosto de ler sobre as histórias em quadrinhos do "meu tempo", tanto os gibis em si quanto os relatos de bastidores das editoras que os criaram. Não há muitas dessas obras disponíveis em meio digital. Fiz um teste. Entrei na página do Kindle e procurei por "Beatles". Achei apenas uma das dezenas de biografias que tenho do quarteto de Liverpool. Dos demais títulos que apareceram, nenhum me interessou. Pesquisei também "Bowie" e encontrei somente dois dos mais de trinta livros que estão em minha biblioteca. O foco do Kindle, por enquanto, é em best-sellers. Esses não me atraem.

Eu não descarto a hipótese de um dia ter um Kindle em acréscimo a meus livros, mas nunca em substituição. Para brincar, mesmo. Se eu acabar gostando, darei a mão à palmatória. Mas acho difícil. Em termos de leitura, nada substitui o prazer de pegar um livro na mão. Ou a satisfação de olhar para a prateleira e enxergar uma diversidade de cores, tamanhos e títulos. Por isso, se alguém me perguntasse o que eu acharia de substituir os meu livros – aos menos, aqueles que se resumem ao puro texto, sem um visual atraente – por versões e-book, eu diria sem titubear: não, obrigado.

quinta-feira, outubro 22, 2009

Viva o Gordo em DVD

Esses DVDs que a Globo está lançando com programas antigos são sensacionais. Desde que saiu o de Chico Anysio que eu torcia para que viesse também um com Jô Soares. "Viva o Gordo", DVD duplo com os melhores momentos do antológico programa humorístico, já se encontra em pré-venda. É uma pena que ele provavelmente não incluirá dois personagens impagáveis criados por Jô e sua equipe: Washington e Jefferson, os encanadores eruditos. Esses estrearam quando Jô já estava no SBT, em sua nova produção "Veja o Gordo". Mas Sílvio Santos podia seguir o exemplo e editar um DVD de Jô. E a Globo poderia também lançar mais títulos com clips do Fantástico, como fez com Clara Nunes. Reitero ainda a sugestão de que a RBS prepare uns DVDs bem legais com material de arquivo de músicos gaúchos. Por que não, se já lançaram dois volumes com o melhor do "Galpão Crioulo"?

quarta-feira, outubro 21, 2009

E lá não vai nada?

Eu nunca vou me acostumar com essa folga da "geração download". Nesta semana foi postada numa comunidade do Orkut uma mensagem mais ou menos assim:

"Alguém poderia me disponibilizar para download os shows... [Seguiam-se quatro shows identificados pelo local]. Se puder, poste no meu perfil."

Um dos membros diplomaticamente explicou:

"Você acha que disponibilizar quatro shows para download é molezinha? No mínimo, seriam quatro arquivos de 700 MB. E isso se fossem transformados em DivX, o que daria um trabalho redobrado. Se eu fosse fazer esse trabalho e depois disponibilizar os arquivos um a um, seria uma tarefa para, no mínimo, duas semanas."

Aí vocês pensam que o sujeitinho caiu na real, certo? Pois vejam o que ele replicou:

"Só postei isso porque estou atrás de shows raros. Não sabia que podia dar todo esse trabalho. Se você puder postar um a cada duas semanas, eu lhe agradeço."

Eu quero só ver a crise existencial que essa "geração download" vai ter que encarar na vida adulta quando descobrir que comida, moradia e vestuário não se baixam de graça da Internet.

sábado, outubro 17, 2009

Maitê Proença

Na terça-feira, dia 10, fui conferir a estatística do blog e observei um súbito interesse por um tópico sobre Maitê Proença. E uma curiosidade: todos os acessos vinham de Portugal. Pesquisei Maitê Proença Portugal no Google e logo fiquei a par de toda a polêmica.

Em primeiro lugar, sejamos realistas. Se tivesse sido uma atriz portuguesa a debochar do Brasil, a nossa reação teria sido do tipo IPP: "Igual Pra Pior". Nós, brasileiros, temos uma tendência de encarar qualquer manifestação mais irônica ou contundente de pessoa estrangeira como uma tentativa de inferiorização. Imagine então como nos comportaríamos diante de chacota explícita. Também não é verdade que saibamos rir de nós mesmos. O que fazemos, isto sim, é debochar uns dos outros entre as diferentes regiões, já que o país é bem grande. E as brincadeiras não são bem aceitas. Há alguns anos, circulava entre os gaúchos um e-mail caretíssimo conclamando a boicotar o programa Casseta e Planeta por estar "denegrindo a imagem do Rio Grande do Sul". Não vai muito longe: eu só imagino como o povo da Bahia reagiu ao exemplo citado por Maitê do "baiano, que é indolente".*

Todos nós, em algum momento, falamos mal de alguém ou fazemos observações politicamente incorretas na intimidade. Como eu escrevi em meu texto "
Fofoca, não", é uma forma benigna de cada um extravasar o veneno que tem dentro de si. Mas se o que foi dito chega aos ouvidos de quem foi alvo da crítica, o estrago está feito. É por isso que eu prefiro nunca saber se alguém falou mal de mim. Não leva a nada de positivo e diminui as chances de a pessoa em questão vir a ser uma amizade sincera.

A verdade é que Maitê foi ingênua e inconsequente. Não percebeu que, na era internética e parabólica em que vivemos, as informações atravessam o mundo em questão de segundos. É claro que o fato de não prever que o vídeo chegaria além-mar não exime a atriz da impertinência de seus comentários. Mas acho que há, sim, uma sutil diferença entre a afronta proposital e aquela que, digamos, vaza. O caso mais evidente foi o do Ministro da Fazenda Rubens Ricupero, em 1994. Aguardando o momento de entrar no ar, Ricupero ficou conversando informalmente com o jornalista Carlos Monforte, da TV Globo, sem saber que sua fala estava sendo captada por telespectadores com antena parabólica. Com a repercussão de suas confidências, só lhe restou renunciar.

Alguns dirão que a comparação não procede. De fato, Ricupero falava em off para um único interlocutor, sem saber que o microfone estava em on. Já Maitê dirigia-se de forma consciente a um público. Apenas supunha, em sua irresponsabilidade, que estaria restrito ao Brasil. O que existe de comum nos dois casos é a presunção de que a mensagem não chegaria a um receptor indesejado. No caso de Ricupero, por uma questão de confiança. No de Maitê, por total imprudência. Quando os portugueses tomaram conhecimento da forma com que a atriz divulgou Portugal em um programa da TV brasileira, criou-se o incidente.

Eu gostaria de poder dizer aos amigos de Portugal que não levassem esse episódio tão em pé de guerra. Que lembrassem que vocês também contam "
anedotas de brasileiros" e que a própria Maitê se expôs ao ridículo com a ignorância que demonstrou sobre o país. Mas, a julgar pelas reações que vejo na Internet, vai ser difícil. No YouTube, uma cidadã portuguesa aparece quase chorando, num magoado desabafo. Maitê era ídolo em Portugal e não só as novelas como também as músicas que vêm do Brasil sempre tiveram boa acolhida pelos portugueses. É muito fácil acirrar ânimos, tanto lá quanto aqui. Menos mal que alguns estão sabendo diferenciar a atriz do povo brasileiro, a quem dizem respeitar. Torçamos para que esse deslize tenha um final pacífico.
*P.S.: Deu a lógica. Leiam aqui.
-*-

Este vídeo mostra o espírito esportivo de Maitê Proença ao participar de uma sátira a novelas brasileiras com o grupo humorístico português Gatos Fedorentos. Observem que a imitação que eles fazem do sotaque brasileiro é tão perfeita que eu próprio fiquei em dúvida se eles eram mesmo portugueses. Maitê, em contrapartida, tenta falar com o sotaque deles. É assim que brasileiros e portugueses deveriam se relacionar, com camaradagem e bom-humor.

sexta-feira, outubro 16, 2009

Míni Mundo em Gramado

Parece uma praia de verdade, não é mesmo? Mas olhe bem.
Aqui também eu poderia dizer que é uma foto do chalé em que ficamos, no hotel. Numa olhada rápida, ninguém notaria a diferença.
Mas é tudo miniatura. O chalé de verdade até aparece na foto acima, bem ao fundo, do outro lado do muro (clique nas imagens para ampliá-las). Mas na foto anterior era a reprodução.
A chaminé do Gasômetro.
Apesar do traço não muito fiel e da aparência discreta, aquele prédio branco que se vê à esquerda é o Edifício Marechal Trompowsky. Até o meu prédio de infância e adolescência está no Míni Mundo. Meio por tabela, mas está.

quinta-feira, outubro 15, 2009

Entrevista com minha irmã


Linda e comovente essa matéria em vídeo com minha irmã Beatriz Pacheco. Leiam também a entrevista para o jornalista Sebastião Ribeiro clicando aqui.

terça-feira, outubro 13, 2009

Placa

Nunca pensei que iria encontrar o nome do meu filho numa placa de automóvel. É placa de licença, mesmo: o segundo "I" é na verdade um "1".

domingo, outubro 11, 2009

Diretamente de Gramado

Sem muito alarde, eu e a Janete demos uma escapadinha até Gramado, que de vez em quando faz bem. Mas me atrapalhei com outros compromissos, então tive que trazer o computador. Faz parte, como diz o outro. Por uma questão de justiça, devo dizer que o 3G da Claro está funcionando bem aqui na serra, como também funcionou em Porto Alegre, no bairro Teresópolis. Mas pode ter algo a ver com o tempo de uso em relação ao contrato. O notebook ficou quase dois meses sem utilização, então posso ter acumulado algumas horas de "bom funcionamento", digamos assim. Vamos ver como fica nos próximos dias.

Eu já disse uma vez, mas vou repetir: Gramado não é mais a mesma sem o restaurante Bella Itália. Não entendo como deixaram fechar essa verdadeira instituição do turismo gaúcho. Agora ficou difícil achar por aqui um lugar que ofereça algo mais do que "sequência de fondue". É o que mais se vê anunciado. Em todo o caso, não posso me queixar: ontem comi o melhor filé à parmeggiana da minha vida.

Bom feriadão a todos.

sexta-feira, outubro 09, 2009

A calça do David Bowie

Estou ocupadíssimo, mas só para não deixar o blog totalmente desatendido, aí está, como eu havia prometido, a foto que a Janete tirou no Hard Rock Cafe de Lisboa. Segundo informa a placa (podem clicar para ampliar, pois a foto é bem grande), essa calça foi usada por David Bowie quando ele ainda atendia por seu verdadeiro nome, Davy Jones, portanto antes de 1966. O disco de ouro ao lado está fora de foco, mas parece ser dele, também. E é uma música de nome bem curtinho. Seria "Fame"?

sábado, outubro 03, 2009

Entrevista com Ralph Mace

Marcelo Fróes e eu entrevistamos Ralph Mace, que produziu Gil e Caetano quando os baianos estiveram no exílio, em Londres. A matéria está no Globo de domingo, na página 2 do Segundo Caderno.

sexta-feira, outubro 02, 2009

Exposição dos Beatles em Londres

Conforme prometido, aí vão as fotos que a Janete tirou em Londres. "Movieum" é uma corruptela das palavras "movie" (filme) e "museum" (museu), ou seja: museu de cinema. Mas estava realizando uma exposição sobre os Beatles, como se vê na faixa acima. Nessa parte do museu, não era permitido fotografar, mas nada como um jeitinho brasileiro. As imagens são grandes, portanto cliquem sobre elas para ampliá-las.

Produtos temáticos dos Beatles.

Guitarra Rickenbacker como a que era usada por John Lennon.
Bateria Ludwig como a de Ringo.