segunda-feira, junho 29, 2009

Nomes de mulheres

Além do fato de serem CDs de inéditas de artistas veteranos, "Rock'n'Roll" de Erasmo Carlos e "Autorretrato" de Kleiton e Kledir têm em comum a presença de uma música com uma infinidade de nomes de mulheres – famosas no caso de "Olhar de Mangá", de Erasmo, e desconhecidas em "Eva", da dupla gaúcha.

domingo, junho 28, 2009

Autorretrato

Kleiton e Kledir, quando querem espantar o baixo astral, vêm a Porto Alegre, como dizem em "Deu Pra Ti". Mas como a gente faz quando está de baixo astral morando em Porto Alegre? Pois pra mim fez um bem danado assistir ao novo DVD da dupla, "Autorretrato". O bom humor desses caras faz a gente sorrir até nos maus momentos. Na verdade é um lançamento simultâneo em CD e DVD. Possivelmente é o primeiro CD de música brasileira a conter a nova ortografia já no título. É também o primeiro disco totalmente de inéditas de Kleiton e Kledir desde 1986 (ou antes, se levarmos em conta que o daquele ano tinha uma regravação de "Para Pedro") e o único da discografia até agora a ter todas as composições assinadas pela dupla. Já o DVD é um misto de documentário sobre o CD e clips de estúdio, seguindo uma tendência recente do mercado de vídeo (como "Blackbagualnegovéio" de Bebeto Alves e "Aborto Elétrico MTV Especial" do Capital Inicial, entre outros). O produtor musical é o mesmo do DVD anterior ao vivo, o galês Paul Ralphes, e a direção é de meu ex-professor da FAMECOS Edson Erdmann, que um dia já teve cabelos encaracolados (os caracóis fugiram todos).

"Pelotas, minha cidade / lugar onde eu nasci / ando nos braços do mundo / mas sempre volto pra ti"

Esse final do clip de "Só Liguei" diz tudo num gesto. Simples e comovente.

"A Dança do Sol é da Lua" é a primeira do CD e a última do DVD.

sexta-feira, junho 26, 2009

Homenagem em vida

Que incrível casualidade: todos os meses a comunidade da rádio Antena 1 no Orkut promove uma enquete do "Artista do Mês". Normalmente vence o ídolo cujos fãs se mobilizam para angariar votos. Pois o vencedor de junho havia sido Michael Jackson. Em razão disso, a comunidade foi temporariamente rebatizada "Antena 1 e Michael Jackson". O artista mais votado ganha um tópico em sua homenagem, contando a sua história e incluindo diversas imagens e vídeos escolhidos com carinho. Se a vitória de Michael tivesse acontecido depois de sua morte, todos diriam que foi em razão da fatalidade. Pois esse foi um caso em que os fãs o homenagearam em vida. O que mostra que o astro continuava forte junto ao seu público.

quinta-feira, junho 25, 2009

Michael Jackson

Ainda lembro quando, há cerca de 15 anos, um vendedor de loja de discos comentou comigo o que um médico amigo dele dissera sobre Michael Jackson. Que, só de olhar para o rosto do cantor, era possível constatar que estava com uma doença gravíssima que iria matá-lo logo. Pois faleceu hoje, aos 51 anos.

Michael Jackson sempre se assumiu como um Peter Pan da vida real. Tanto é verdade que, por muito tempo, morou numa propriedade chamada “Neverland” (Terra do Nunca), uma espécie de Disneylândia particular. De qualquer forma, nada sobrou de seu rosto original, esculpido por sucessivas cirurgias plásticas. Segundo a biografia escrita por J. Randy Taraborrelli, Michael usava uma ponta de nariz protética. E dormia na cama com crianças. O cantor garantia que era na mais absoluta inocência. Mesmo assim, sofreu processos de pedofilia e enfrentou exames humilhantes. Mas, se é tentador pensar que ele podia realmente ter um lado pervertido, não se pode negar que era também presa fácil para pais gananciosos, de olho nos seus milhões (já bastante reduzidos). E seria muita injustiça que uma obra tão marcante na música pop fosse ofuscada por bizarrices e excentricidades.

A história de como Michael e seus irmãos foram maltratados na infância pelo pai Joseph já foi repisada incontáveis vezes na imprensa. De uma família em clima de turbulência e infidelidade, surgiram os Jackson 5, o arquétipo das bandas infantis. O que diferia os Jacksons de seus imitadores era o talento legítimo de seus integrantes: bons cantores, compositores e, no caso de alguns, instrumentistas. Mas era o menor deles, Michael, que roubava o show. Ouvia-se a voz aguda daquele menino de 12 anos e lamentava-se que um dia ele mudaria o timbre. Estranhamente, a alteração foi mínima. Michael manteve uma voz rara para um adulto. E quem viu o superastro levando fãs à loucura em arenas superlotadas nos anos 80 (houve que comparasse o fenômeno com os Beatles) não o imaginaria fazendo uma modesta aparição no programa Sílvio Santos com seu irmão Jermaine no começo dos anos 70, cantando “Never Can Say Goodbye”. O menino Michael cedo lançou-se em carreira solo e estourou com “Ben" e “Got to Be There”. No Brasil, com uma ajuda das novelas, teve dois sucessos locais: “Music and Me” em 1973 (da novela “Carinhoso”) e “One Day in Your Life” em 1975 (de “Cuca Legal”). A segunda, num curioso efeito retardado, chegaria ao primeiro lugar na Inglaterra em 1981.

Os Jackson 5 começaram na Motown, mas foi na Columbia (hoje Sony Music) que fizeram a transição para a fase adulta. Depois de dois álbuns regulares, mostraram os primeiros sinais de maturidade em “Destiny” (dezembro de 1978). Foi então que se decidiu investir novamente na carreira solo de Michael Jackson. O resultado foi o bem produzido “Off the Wall” (1979), considerado o primeiro disco “adulto” de Michael. Entre vários hits, o disco trazia o sacudido funk “Don’t Stop Till You Get Enough”, que apontava a nova direção de sua carreira.

Ouvi “Wanna Be Startin’ Something” no rádio pela primeira vez no final de 1982 e pressenti que vinha coisa boa pela frente. Michael era jovem, estava apenas se descobrindo como compositor e a nova música era uma espécie de “Don’t Stop Till You Get Enough” com o dobro de adrenalina. A exemplo de Stevie Wonder, que também havia começado na infância, Michael tinha tudo para se consolidar como um grande nome da música negra americana. O que se seguiu foi um pouco diferente do previsto – e com certeza muito mais bombástico – mas de qualquer forma o álbum “Thriller” tornou-se um clássico. A reedição em CD de 20 anos é mais interessante do que a recente de 25. Ela inclui mais faixas bônus e a narração completa de Vincent Price para a faixa-título, incluindo uma estrofe cortada e a frase “can you dig it”, que saiu impressa na letra do encarte, mas não se ouve na música.

Michael pode não ter sido o primeiro a levar uma eternidade entre um álbum e outro para sugar o máximo de seu impacto (talvez Pink Floyd ou Kraftwerk), mas com certeza foi o que obteve melhores resultados com a manobra. Os fãs de Michael cresceram ao longo dos anos “Thriller”, depois os anos “Bad” (1987 em diante) até chegar aos anos “Dangerous” (de 1991), com muitos clips, aparições de TV, shows, curtas metragens e lançamentos em vídeo (como “The Making of Thriller” e o filme “Moonwalker”, ambos inéditos em DVD). Foi desse ponto em diante que sua carreira começou uma descida lenta e gradual.


Michael Jackson sempre gerou controvérsia por sua postura andrógina, seu comportamento estranho, casamentos misteriosos, filhos ocultos sob máscaras cirúrgicas, vídeos polêmicos e um estilo de dançar de quem parecia estar com pulgas subindo pelo corpo. Mas seu talento era inegável. Para os fãs, ele nunca deixou de ser o Rei do Pop. Seu futuro como artista era incerto, mesmo assim preparava uma superturnê para breve. Peter Pan não chegou a envelhecer, mas escreveu um importante capítulo da história da música pop.

domingo, junho 21, 2009

Quem é?


Quem é esta moça que aparece no clip de "Into The Night", do Frehley's Comet? Lá no Orkut, tem gente achando que pode ser a atriz Helen Hunt.

sábado, junho 20, 2009

Tangos e Tragédias no Gugu

Não lembro o ano em que gravei essa participação de Hique Gomez e Nico Nicolaiéwsky no "Domingo Legal", apresentado por Gugu Liberato, mas pode ter sido 1992, por aí. A dupla de "Tangos e Tragédias" dá uma divertida movimentada no programa, inclusive incentivando as dançarinas nas taças a dançar o Copérnico. Há também um momento em que Hique Gomez tira Lucélia Santos para fazer a "dança tradicional da Sbornia", em que "você não pode mexer com as pernas, você não pode mexer com as mãos". A atriz topa a brincadeira com muito bom humor. As músicas apresentadas são "Romance de Uma Caveira", "Ana Cristina" e "Copérnico".



O diploma de jornalista

Quando me formei em Jornalismo em janeiro de 1993, já sabia que minha atuação na área seria limitada. Eu não pretendia abrir mão de meu emprego de uma década para iniciar como jornalista novato aos 31 anos. Mas era um sonho realizado e eu fiz questão de me registrar. Ainda lembro do orgulho que senti quando vi o carimbo com anotação na minha Carteira de Trabalho: "Jornalista Profissional Diplomado". O diploma em si é ainda mais pomposo: "BACHAREL EM COMUNICAÇÃO SOCIAL – JORNALISMO IMPRESSO, RADIOFÔNICO, TELEVISIONADO E CINEMATOGRÁFICO". Em 1995, começaram a sair meus primeiros textos no International Magazine.

Muitos de meus contemporâneos de faculdade venceram na profissão. Nem todos se formaram comigo, mas foram meus colegas de aula em momentos diversos: Alexandre Praetzel, Fernando Parracho, Leonardo Meneghetti, Tatiana Nascimento, Cláudia Tisato, Carolina Bahia, Farid Germano Filho, Luiz Fernando Gross, Elton Primaz, Lisiane Wandscheer, Sandro Galarça, Renata Amaro, Ana Luiza Engel, André Machado, Felipe Vieira, Diego Casagrande... Deve ter muito mais gente bem colocada por aí. De forma alguma eu pretenderia apresentar uma lista completa.

Às vezes, em sala de aula, discutíamos a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão. Não iríamos argumentar contra nós mesmos, então o consenso era de que a exigência era correta. Sim, reconhecíamos que muitos dos melhores jornalistas que o Brasil já teve não eram diplomados. Mas entendíamos que a profissionalização era a evolução natural de todas as atividades especializadas e que isso passava pelo curso superior. Enquanto a formação específica já era exigida no Jornalismo desde 1969, outros ramos de atuação lutavam pela mesma conquista.

Por tudo isso, é impossível para mim não ver a queda da obrigatoriedade do diploma como um retrocesso. Um passo para trás. A perda de uma conquista. Reconheço que há pessoas que escrevem muito bem sem ter curso superior. Ou formadas em outras áreas. Mas jornalismo, perdoem-me, não é só boa redação. Isso, aliás, foi uma das maiores lições que tirei da faculdade. Nunca esqueço de um trabalho de aula, uma entrevista, em que o professor Marques Leonam anotou: "Seu texto está muito bom, o que já permite antever um grande redator. Mas o repórter ainda está em formação..." E apontou uma série de falhas e lacunas no perfil que apresentei sobre o entrevistado. E mesmo na minha forma de escrever, muitos vícios foram corrigidos.

Outro argumento que se ouve é de que há jornalistas ruins entre os formados. Talvez. Mas os nomes que citei acima mostram que existem bons profissionais em quantidade suficiente para abastecer o mercado. Mas vamos supor, apenas por hipótese, que as faculdades estejam graduando pessoas desqualificadas. A solução é acabar com a exigência do diploma? Parece-me uma saída, no mínimo, risível. Os profissionais estão decepcionando? Simples: chamem os amadores! É a velha mania de nunca atacar a causa real do problema.

Como já escrevi aqui em outra ocasião, meu pai foi jornalista nos anos 40. Meus dois irmãos atuaram em rádio e TV. Até minha mãe, que era dentista, chegou a colaborar com o obscuro Jornal do Dia, mais ou menos na época em que eu nasci. Nenhum deles era formado em Jornalismo. Mas os tempos eram outros. Desculpem-me, mas não posso ser a favor da dispensa do diploma. Ainda mais em se tratando da reversão de uma conquista obtida há 40 anos. Não fiquei feliz com a decisão. Nem um pouco. Além de enfraquecer a categoria, ainda prejudica indiretamente a luta de outros profissionais por uma regulamentação semelhante. E, de quebra, representa também uma desmoralização ao curso superior.

sábado, junho 13, 2009

Paulo Ricardo e B.J. Thomas


Olhem aí Paulo Ricardo dando uma canja no show de B.J. Thomas no dia 11 no HSBC, em São Paulo. Esse vídeo foi gravado pela fã Malu.

Filmes confusos

Hoje vi pra vender o DVD do filme "Depois Daquele Beijo", mais conhecido por seu título original, "Blow Up". Minha esperança era de encontrar nos extras uma explicação do enredo. Como não tinha, deixei de comprar, pois ia continuar não entendendo. Podem me chamar de burro. É porque não me viram ainda assistindo a peça de teatro. Se o mesmo ator faz mais de um papel, tem que ter alguém pra me explicar isso. Fico bem perdido. E se tem flashbacks, então, deixa pra lá. Aí mesmo é que não entendo nada.

Mas não estou sozinho. Desde os anos 80 circula entre os Beatlemaníacos cópias em vídeo do filme "Magical Mystery Tour" em inglês, sem legendas. Um dia apareceu uma edição legendada. Um amigo meu assistiu e se decepcionou: entendeu menos ainda. Aliás, essa confusa empreitada dos Beatles é o exemplo perfeito do que pode acontecer quando se tenta fazer um filme sem roteiro. Lembro também de meu ex-cunhado dizendo que não tinha entendido "2001 Uma Odisséia no Espaço" "porque perdeu um pedaço do início". Achou que, revendo o filme desde o começo, entenderia. Depois não perguntei mais, mas dizem que só lendo o livro para entender.

Eu já fui bem mais desligado para filmes, mas alguns ainda conseguem me enrolar. Gosto de enredos inteligentes e personagens bem montados, mas não me obriguem a decifrar enigmas muito profundos ou esotéricos. Não é isso que eu espero do bom cinema.

domingo, junho 07, 2009

Especial sobre rock gaúcho de 1986

O rock gaúcho estourou nos anos 80 e o programa "RBS Documento" abordou o tema bem no clímax, em fevereiro de 1986. Acima, Fughetti Luz, do Liverpool e do Bixo da Seda, duas raras bandas que marcaram presença respectivamente nos anos 60 e 70.
Outro veterano, Mutuca, divide suas lembranças do tempo do Succo, nos anos 60.

Esse aí é Charles Master, ainda com voz de criança, indo para um ensaio do TNT.

Flávio Basso (hoje Júpiter Maçã) e Nei Van Sória, também do TNT.

Edu K, do De Falla.

Carlos Eduardo Miranda no tempo do Urubu Rei.
Infelizmente, perdi quase todo o primeiro segmento. Cheguei a gravar, mas errei o sistema de cores. Meu saudoso videocassete National duas cabeças passou por várias transcodificações de fundo de quintal, cada uma supostamente melhor do que a outra. Tudo o que eu perguntasse ao técnico, ele dizia que era possível. Mesmo que fossem quatro combinações de sistema de cores numa chave de apenas três posições. Vai daí que, num dos testes, esqueci a chave na posição errada. Assisti ao programa, depois decidi gravar por cima. Bobagem, pois o valor histórico compensa as falhas de cor. Por sorte, sobrou quase tudo. Lembro que a primeira parte começava com Ricardo Barão falando do estúdio da Ipanema.
O "RBS Documento" sempre apresentava uma enquete antes dos comerciais e esse foi um caso raro, talvez o único, em que a pergunta tinha a ver com o tema do programa.


Aqui aparecem Cláudio Vera Cruz, Fughetti Luz e Mutuca, além do apresentador Juarez Malta, o jornalista Juarez Fonseca e o radialista Marcos Fróes.


Neste trecho aparecem Carlinhos Hartlieb, novamente Mutuca, o ator Sapiran Britto, o radialista Ricardo Barão e, mais uma vez, o jornalista Juarez Fonseca.


Na terceira parte, depois de novo depoimento de Eduardo Bueno, o radialista Júlio Fürst lembra o seus tempos de "Mr. Lee" na rádio Continental, em que divulgou músicos gaúchos e promoveu shows coletivos.


Aqui vemos a Banda Trovão (Gélson Schneider, Mitch Marini e Deio Escobar), TNT, Urubu Rei e Garotos da Rua.



Na parte final aparecem De Falla, Voo Livre e Replicantes. De quebra, ouvem-se gravações de roqueiros gaúchos da época, entre elas "Por Que Não", dos Engenheiros do Hawaii, nunca lançada em disco.

sexta-feira, junho 05, 2009

Comentário recebido

Nesta semana a nutricionista Maithê Pires postou o seguinte comentário ao meu texto "Refrigerantes light":

Olá, Emílio, quero elogiar sua matéria, pois ficou bem escrita e está supercorreta com relação a essa confusão que a indústria criou sobre light, diet e zero. Sou nutricionista há sete anos e sempre tenho que explicar isso aos meus pacientes. Mas tenho que ressaltar uma "inverdade" com relação ao ganho de peso, pois apesar de eles não conterem açúcar em sua composição, ajudam muito a dilatar o estômago - um orgão elástico (principalmente se tomados com refeições e os lights e zero, na minha opinião, parecem ser mais gasosos ainda). Ou seja, você ingere uma quantidade cada vez maior de alimentos pois "cabe" mais comida e, consequentemente, o peso aumenta. Bom, fica aí meu recado e minha recomendação - evite nas refeições pelo menos, OK?

Não prometo que vou conseguir, Maithê, mas obrigado pela mensagem. Eu fico feliz quando algum texto meu é endossado por gente com conhecimento de causa, como foi o caso aqui. Eu posso errar como qualquer um e até já errei, mas procuro escrever com coerência e embasamento. Juntando um pouco de experiência com raciocínio lógico - e, se necessário, alguma pesquisa - é possível dizer as coisas como são e não como gostaríamos que elas fossem. Já vi muita gente me contestar sem base nenhuma, apenas porque não gostou do que eu escrevi. Aí não dá pra levar a sério.

Já houve outros comentários gratificantes. Certa vez contei a história de um grupo musical aqui de Porto Alegre. Um de seus ex-integrantes descobriu o texto e comentou:

Oi, Emílio. Fiquei impressionado com a verdade de toda a estorinha que tu contaste, coisa rara em textos de jornalismo...

Elogios assim compensam com juros as mensagens grosseiras e "sem noção" que chegam aqui de vez em quando.

quarta-feira, junho 03, 2009

Frio

Com o frio que está fazendo em Porto Alegre, dá perfeitamente para acariciar uma lâmpada acesa de 60 Watts sem queimar os dedos. E não é a primeira fez que faço esse teste. Mas não tentem me imitar. Não me responsabilizo pelas consequências.

terça-feira, junho 02, 2009

Premonição

Esta mensagem na comunidade "Ufologia e Espiritualidade" do Orkut está deixando a todos arrepiados. Coincidência ou não, o rapaz teve um sonho premonitório. Previu o acidente do avião da Air France. Cliquem para ampliar a imagem e ler melhor.