domingo, julho 26, 2026
sexta-feira, julho 17, 2026
Veranico de julho
segunda-feira, julho 13, 2026
Wilson Ney (1946 - 2026)
domingo, julho 05, 2026
Comentário rápido
Nunca fui profundo entendedor de futebol nem nos meus velhos tempos de colorado fanático. Apenas torcia. Mas, com a desclassificação da Seleção Brasileira contra a Noruega, eu lembro do que pensei quando soube da contratação de Carlo Ancelotti: por que um italiano? O Brasil exporta técnicos, pô! E como geralmente o treinador é o bode expiatório de qualquer campanha frustrada, eu me pergunto se não encontrarão uma brecha para rescindir o contrato dele antecipadamente.
segunda-feira, junho 15, 2026
Mais obsolescência forçada
Chegou para mim hoje um livro Kindle do qual eu já tinha feito a compra antecipada. Quando fui tentar abri-lo com o Kindle for PC, fui informado de que deveria atualizar o software para conseguir lê-lo. Baixei a atualização e, quando tentei instalá-la, recebi a mensagem de que meu sistema operacional era incompatível com a nova versão. É como eu sempre digo: atualizar, atualizar, atualizar... pra continuar fazendo a mesma coisa! Benefício agregado? Zero. E se houver, terá sido uma "melhora não solicitada". Hoje eu faço no Word o mesmo que já fazia em 1996, quando comprei meu primeiro computador. Apenas tive que me sujeitar a mil atualizações de hardware e software para poder abrir e editar arquivos de extensão docx. No caso do Kindle, se eu quiser ler meu livro novo no computador, posso fazê-lo diretamente no site da Amazon. E consigo abri-lo normalmente no smartphone. Mas não na minha versão atual do Kindle for PC. E a nova é incompatível com meu sistema operacional. É praticamente uma chantagem para que atualizemos tudo... e continuemos fazendo as mesmas coisas!
P.S.: Consegui baixar uma atualização do Kindle for PC que instalou sem problemas e resolveu o problema da incompatibilidade com os últimos títulos comprados. Baixei pelo próprio programa e não "por fora", como tinha feito antes. Ufa! Ganhei uma sobrevida no uso do Kindle pelo computador.
Livro sobre Charly Garcia no Brasil
No dia 30 de janeiro, fiz uma postagem que começava assim: "Hoje à tarde fui conversar com um jornalista de Brasília que está em Porto Alegre para fazer pesquisas para um futuro livro. Vou deixar que ele mesmo divulgue o projeto, quando chegar a hora". Pois a hora chegou! Começou hoje o financiamento coletivo de "Pasajero em trance - Uma história de Charly Garcia no Brasil", de Diego Queijo. Ele me achou aqui pelo Blog e me entrevistou para saber detalhes das passagens do músico argentino pela capital gaúcha. Forneci a ele todas as informações que tinha, mandei também fotos que tirei de shows e indiquei outras pessoas que poderiam ser boas fontes. O lançamento é da Satolep Press. Senti-me honrado porque ele usou duas fotos tiradas por mim na imagem de divulgação acima. Para fazer a encomenda antecipada e ainda escolher entre várias opções com recompensas diversas, cliquem aqui.
sexta-feira, junho 12, 2026
Dia dos Namorados
Ainda lembro do meu primeiro Dia dos Namorados, que inclusive citei rapidamente em um texto anterior do Blog (aqui). Eu tinha 7 anos e namorava uma menina que voltava comigo do colégio na Kombi e morava no mesmo edifício que eu. No dia 12 de junho de 1968, nos encontramos no apartamento dela. Sob o olhar da mãe dela, ficamos de frente um para o outro e, num ritual que acho que deixou a nós dois um tanto encabulados, trocamos os presentes. Não lembro o que dei, nem o que recebi. Mas a cena não saiu da minha memória.
Depois disso, só vim a ter Dia dos Namorados aos 21 anos (lembrando que alguns de meus namoros duraram pouco e não se estenderam até 12 de junho). Aos 22, a data serviu para oficializar um relacionamento que ainda estava indefinido. Hoje diríamos que estávamos "ficando". Mas ambos compramos presentes um para o outro, sem combinar, e aí vimos que era namoro, mesmo. Os dois queriam. Aos 23 anos, conheci minha futura esposa. Aí o Dia dos Namorados passou a ser sempre com ela, enquanto o casamento durou.
Neste ano, estou sozinho, mas desejo um Feliz Dia dos Namorados a quem não está. Que continuem sempre juntos e felizes.
quinta-feira, junho 11, 2026
Ônibus grátis
Hoje fiz algo que já poderia ter feito desde dezembro, quando completei 65 anos: peguei meu cartão de isenção para ônibus e o Trensurb. O benefício óbvio que terei é a economia, mas tem uma vantagem secundária que, para mim, vem a ser tão importante quanto a principal: acabou o incômodo de ter que ficar procurando e separando troco. Desse eu até me livrei numa época em que podia comprar as saudosas fichas.
Eu andava bastante de ônibus, mesmo tendo carro, até que veio a pandemia. Depois, peguei o coletivo uma vez só e estranhei a falta do cobrador. Eu achava mais cômodo com ele. Mais uma vantagem do cartão de isenção: não terei que pagar ao motorista.
Se eu não andasse tão ocupado ultimamente, algo que tento ver como positivo (ter atividade na aposentadoria), acho que me aventuraria a fazer uns passeios por mera distração. Ir até Novo Hamburgo de Trensurb, por exemplo, dar uma caminhada por lá, examinar os arredores, depois voltar. Poderia fazer o mesmo de ônibus nos bairros de Porto Alegre. Mas teria que ser em horários de pouco movimento. Final da tarde, jamais.
Mas continuo gostando de percorrer distâncias a pé, quando os dois tempos permitem (o meteorológico e o do relógio). Por isso imagino combinar o ônibus com as caminhadas. E explorar novos locais. Com tantos compromissos limitando meus horários, fica difícil. Mas de vez em quando, acho que dá pra fazer.
P.S.: Já inaugurei o cartão. Confesso que fiquei um tanto desconcertado quando li no visor a palavra "IDOSO" bem grande, na hora de passar na roleta. Mas é a idade mesmo, não adianta. Que bom que deu tudo certo.


