sexta-feira, junho 15, 2012

Sexta-feira

Uso cartão de crédito desde 1995. Pela Internet, desde 1996. Nunca tinha tido problemas. Pois nos últimos 12 meses, mais ou menos, tive três episódios de compras indevidas aparecendo em minhas faturas. Duas no Visa e uma no Mastercard. No momento, estou sem cartão. Os dois foram cancelados. Se continuar assim, vou ter que voltar a usar boleto bancário e não comprar mais nada a crédito. Mas vai ser difícil resistir a meus amados livros e audiobooks importados. Esses, só com cartão, mesmo.
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E por falar nisso, leitura para o fim-de-semana: "Abbey Road to Ziggy Stardust", autobiografia do lendário engenheiro de som e produtor inglês Ken Scott. O livro foi despachado dos Estados Unidos na segunda-feira e, na quarta, já chegava a minhas mãos, via UPS. Assim que terminar de lê-lo, pretendo postar um longo comentário aqui.
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Também aproveitando o gancho, vejo pelo Site Meter que tem gente procurando informações sobre o álbum Ziggy Stardust, de David Bowie, aqui no Blog. O antológico disco completou 40 anos recentemente. Todos sabem que sou fã de carteirinha de Bowie e minha fase preferida do trabalho dele é a que ficou marcada por esse LP. Mas, para mim, o aniversário do disco não tem tanto significado porque ele foi lançado no Brasil com atraso, em 1973, e logo saiu de catálogo, sem muito alarde. Só os fãs mais atentos chegaram a comprar a edição nacional da RCA. Eu tive sorte de encontrar um exemplar na saudosa King's Discos, no primeiro semestre de 1974. Aliás, o nome completo do álbum é The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders From Mars. Esse e o seguinte, Aladdin Sane, são as obras primas de Bowie na minha opinião.
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Meu audiobook do momento é outra biografia de Frank Sinatra. Quando me interesso por um assunto, gosto de investigá-lo sob diversos ângulos. Casualmente é um livro que acaba de ser lançado em português, de autoria de Anthony Summers e Robbyn Swan. Para quem é consumista, uma coisa leva à outra, então estou, aos poucos, começando a comprar CDs e DVDs do "Ol' Blue Eyes". Ele tinha uma coisa em comum comigo: o aniversário. E talvez alguns defeitos que prefiro não citar.
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Amanhã farei uma segunda visita àquela que pode vir a ser minha próxima morada. Fica a duas quadras da casa do meu filho. Seria uma ótima chance de eu me tornar um pai ainda mais presente na vida dele. Vamos ver.
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A todos um ótimo fim-de-semana.

8 Comments:

Blogger zealfredo said...

Uau! Despachado na segunda nos Estados Unidos e quarta nas tuas mãos? Já te perguntei quanto custa isso, ou seja, um frete assim?

10:15 PM  
Blogger Emilio Pacheco said...

Esse, especificamente, custou dez dólares (na verdade 9,98), mas não sei se é o preço mesmo ou se a Amazon "bancou", já que eu tinha pedido envio por correio normal. Acabou vindo por UPS. Tenho que elogiar o serviço deles em Porto Alegre, pois acharam meu celular (não lembro se deixei essa informação no site da Amazon) e me ligaram para pedir um novo endereço, pois eu tinha indicado a minha caixa postal e ela não serve para remessas por serviço como UPS ou DHL.

6:05 AM  
Blogger El Thomazzo said...

Como a maravilhosa 'Operação Maré Vermelha' está tornando a vida de quem compra CDs e DVDs importados um inferno de atrasos e pedidos de restituição, a Amazon está enviando tudo por UPS, a preço de envio normal (o volume deve ter permitodo eles fazerem um preço camarada prá eles). No caso de CDs e DVDs é cobrada uma simpática sobretaxa de 100% em impostos, mas livros, como são isentos de impostos, passam reto e sem esse 'presente'. Estou em um aperto financeiro (comprei casa nova ano passado e ainda estou com umas despesas dela ocupando o lugar de filmes e discos no orçamento), então não estou sentindo o baque, mas quando voltar à forma vou ter que descobrir alternativas para poder voltar às compras.

3:52 PM  
Blogger Emilio Pacheco said...

Existe uma alternativa: se você encomendar não da Amazon propriamente dita mas de alguma loja do "Amazon Marketplace" eles mandam por correio normal e não fazem cobrança antecipada de impostos. Foi assim que encomendei a edição especial do "Ram" do Paul McCartney. Agora, se vai chegar ou não é outra história. Estou com duas encomendas feitas em FEVEREIRO ainda pendentes. Se chegarem, menos mal.

4:24 PM  
Blogger Beth said...

Ainda não tive um desfecho para o meu caso com a Visa. Vc cancelou os seus por sua vontade, por protesto ou algo assim? Reduzi drasticamente o uso dos cartões, mas como vc disse, como resistir aos CDs, DVDs e livros que só se acham lá fora? ...

6:53 PM  
Blogger Emilio Pacheco said...

Não, cancelei porque TEM que cancelar! É a a primeira providência a tomar, porque senão o meliante continua usando o cartão! No mesmo dia em que avisei do problema, já tinha outro lançamento indevido entrando. Agora é esperar os cartões novos chegarem. Mas ainda vou ter que descobrir onde está o "furo da bala". Alguém sugeriu que eu posso estar com spyware no computador.

7:15 PM  
Blogger Beth said...

Ué, no meu caso não cancelei, no ato da comunicação, via fone mesmo bloquearam meu cartão e mudaram o número. Aguardei alguns dias, em menos de uma semana recebi o cartão novo. Tive que fazer a contestação em duas partes, uma até a data da fatura (quando a recebi é que constatei o problema) e outra até a data em que o bloqueei, pois ainda tive débitos indevidos. Mas pensei na hipótese de cancelar em forma de protesto caso avaliem que os débitos não são indevidos e me façam pagar :-P

7:57 PM  
Blogger Emilio Pacheco said...

Ah, entendi, talvez eu tenha usado o termo errado, então. O cartão foi BLOQUEADO, não cancelado. Eu interpreto "aquele" cartão que está comigo como tendo sido cancelado. Depois vem outro válido.

8:02 PM  

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