quarta-feira, julho 13, 2016

Ausências sentidas em coletânea de Paul

Já se encontra nas lojas a coletânea Pure Paul, de Paul McCartney, em dois CDs. Quem quiser pode importar a edição de luxo com quatro CDs e um belo livrinho. Mas, se no segundo caso a intenção for "não deixar faltar nada", haverá decepções. Há ótimas músicas tanto na versão dupla quanto na quádrupla. Na primeira estão, entre outras, "Jet", "Listen to What the Man Said", "Silly Love Songs", "Uncle Albert/Admiral Halsey", "Another Day", "Mull of Kintyre", "Let 'Em In", "Ebony and Ivory", "Band on the Run", "Live and Let Die" e "No More Lonely Night". Uma inclusão bem vinda é "Sing the Changes", do projeto paralelo "Fireman", que Paul cantou nos shows em 2010. A edição expandida acrescenta faixas menos óbvias como "English Tea", "Junior's Farm", "Girlfriend", "Hi Hi Hi", "Waterfalls" e "Venus and Mars/Rock Show". Mas nenhuma das configurações da compilação traz sucessos como "Once Upon a Long Ago", "This One", "My Brave Face", "Put it There" ou "Looking for Changes". Outras composições menos essenciais acabaram entrando em detrimento dessas.

Veredito: só compre a edição de quatro CDs se for colecionador. Ela poderia completar o que falta nos dois CDs, mas peca por omissões inexplicáveis. Logo, para uma boa amostra da obra de Paul, a seleção em CD duplo é suficiente e representativa.

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