sábado, janeiro 29, 2011

Ejetando tertúlias

Nessa madrugada, faltou luz. Não lembro o horário certo, acho que era uma e meia. Isso significou não somente escuridão total mas também calor insuportável, pois o ar condicionado estava ligado. E eu estava no computador. Meu primeiro pensamento foi: buscar a bombinha de asmático. Eu não teria dificuldade em achá-la. Depois, procuraria o celular, para proporcionar alguma luz. Por fim, iria para baixo do chuveiro tentar me refrescar um pouco.

Mas em questão de dois minutos, mais ou menos, a luz voltou. Menos mal.
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Recebi um e-mail de um amigo sobre 2011. Teremos quatro datas interessantes neste ano: 01/01/11 (esta já passou), 11/01/11 (idem), 01/11/11 e, por fim, 11/11/11. No final, o texto observava que, se você somar a dezena do ano em que nasceu à idade que fará este ano, o resultado será 111. E pelo visto tem gente bem impressionada com isso. Na verdade, é apenas lógica matemática: se você somar o ano em que nasceu à idade que completa no ano corrente, o resultado é o ano atual. Se somar apenas a dezena do ano de nascimento (por exemplo, 60 em vez de 1960, como no meu caso), o resultado será o número de anos que transcorreram desde 1900, pois na verdade você está subtraindo esse número. Neste ano, o resultado é 111. Não tem mistério. Tudo tem lógica.
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Minha sobrinha Andréa, a mesma que criou uma comunidade para mim no Orkut, agora tem um blog para comentar os livros que lê. Chama-se "Minha paixão, a leitura". É interessante que ela atribui à minha mãe, a "Vó Irene", como ela chama, a sua paixão pela leitura. E a mãe tentou me fazer gostar de ler, mas não conseguiu. Eu morava num apartamento com uma longo corredor forrado de livros e não os lia. Só devorava meus gibis. Ainda não era o momento certo. Hoje, por ironia, vivo literalmente cercado de livros (tenho que cuidar para não esbarrar neles quando me locomovo aqui em meu apartamento) e não tenho o tempo que gostaria para ler todos. Tomara que a Andréa sempre consiga ler todos os livros que compra.
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Outro blog interessante é o da Denise Nunes, amiga da Janete que esteve em meu aniversário. Ela gosta de escrever sobre relacionamentos e tem um estilo que me lembra um pouco Martha Medeiros, só que mais otimista. O nome é "Meu jeito Dê ser".
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Estou aqui ouvindo Julian Lennon. Quero redescobrir o trabalho dele. Lembro como fiquei entusiasmado em 1984 com a música "Too Late for Goodbyes" e o álbum "Valotte". Infelizmente, Julian não construiu uma obra tão sólida como poderia. Talento não lhe faltava, mas talvez a semelhança de sua voz com a do pai John o tenha deixado carente de "identidade própria". As comparações foram inevitáveis, mas Julian deveria tê-las aceitado com naturalidade. Com tantos imitadores de John Lennon, Julian tinha a voz como herança. Era normal que seus fãs fossem praticamente os mesmos do pai, assim como Andy Gibb tem sua imagem associada à dos irmãos mais velhos Bee Gees (o que foi confirmado pela inclusão de seu trabalho na caixa "Mythology"). Ainda quero escrever com mais calma sobre Julian aqui. Não só sobre a música, mas também sobre o livro "Beatles Memorabilia - the Julian Lennon Collection", que ele publicou no anos passado.
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Falando em Bee Gees, as informações confusas no site de Robin Gibb estão deixando os fãs preocupados, achando que talvez ele não venha ao Brasil. Quando os shows que ele deveria ter feito em dezembro foram "adiados para abril", eu considerei como um cancelamento. "Adiamento" só se fosse para a semana seguinte, por exemplo. Tomara que ele venha, mas só acredito quando chegar mais perto. E fico impressionado com o otimismo inesgotável dos fãs. Na época do cancelamento (perdão: adiamento), tinha gente com esperança de que ele ainda viesse porque alguns sites ainda não tinham divulgado a notícia.
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Esta é a segunda vez que uso o título "Ejetando tertúlias" aqui no Blog. Isso é uma forma mais bonita de dizer: "jogando conversa fora".

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